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Mais uma vez tenho contato com uma mente brilhante que afirma desconsiderar por completo a vida após a morte. O autor que estou lendo declara: “Meu ceticismo quanto às questões do outro mundo é grande demais…”. Perguntei: “como pode?, ele apresenta um sonho de modelo de sociedade, mas para ele a eternidade não importa”. Pensei, “sou um caso perdido”.

Sou um caso perdido, porque não acredito em verdadeira alegria sem resposta para a morte, que a qualquer momento pode separar o homem de tudo quanto ama; e continuarei afirmando, até o fim, que a crença no tombo no não ser manda igualmente para o vácuo todos nossos projetos de felicidade.

Sou um caso perdido, porque sinto claustrofobia no planeta onde nasci, ansiando pela vida no outro mundo.

Sou um caso perdido, porque nada no mundo me satisfaz. Fui tomado em algum ponto da minha vida por uma ambição consumidora, que nem reinos, riquezas, mulheres, podem satisfazer. Anseio por participar da beleza infinita, contemplá-la, amá-la, adorá-la.

Sou um caso perdido, porque minha mente me faz ver ameaças por todo lado à minha felicidade, exceto se conceber minha vida sob os cuidados de um ser todo-poderoso que seja pessoal.

Sou um caso perdido, porque amo política, mas quando anelo pela melhoria da condição de vida do homem, o faço pensando em ele ter mais tempo para o seu Criador, sem cuja comunhão íntima -democracia, riqueza, IDH alto-, só causam náusea na vida de seres que pensam.

Sou um caso perdido, porque ainda acho excelente apologética apontar para o mar enluarado e dizer que há Deus. Junto-me a Galileu Galilei: “Quando olho para o universo, com toda a sua complexidade e beleza, sou levado a um único fim, prestar culto à beleza do Criador”.

Sou um caso perdido, porque conheci Jesus Cristo, e desde então sinto-me totalmente amarrado à sua mensagem, que me seduziu e me faz dizer juntamente com o apóstolo Pedro: “Senhor, para quem iremos? tu tens as palavras de vida eterna…”.

Sou um caso perdido, porque não consigo mais amar deus que não tenha entregue à morte, por amor a você e a mim, a vida de seu único Filho.

Sou um caso perdido, porque nem mais a palavra deus me satisfaz. Não é a fé em deus que me faz descansar, mas sim a fé no Pai -Deus infinito em poder, santidade e doçura.

Antônio Carlos Costa – Rio de Paz

Categories: Compartilhando, Destaques

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