• fev : 17 : 2016 - Espaço Kids
  • jun : 22 : 2015 - Programação Reformata!
  • jun : 18 : 2015 - Conheça os preletores do Reformata 2015!
  • jun : 10 : 2015 - #TamuJunto no Cesamar!
  • jun : 8 : 2015 - Reformata! Saiba mais!

No último sábado, 16, encerramos a série “Uma Igreja Relevante”, e o texto da semana vai em cima dessa temática e com um convidado é especial! A reflexão é do nosso amigo e parceiro Éber Eurípedes, presbítero e membro da Ig. Presbiteriana do Brasil. Confira e dê sua opinião nos comentários!

Uma Igreja Relevante

É dever da igreja (VOCÊ) ser relevante.

É comum em muitos meios de mídia ler e ouvir posições de cristãos que expõem sua defesa de fé e princípios bíblicos em relação a questões vibrantes e contemporâneas. Contudo, afirmam que é uma cosmovisão particular e que não devem intervir na escolha que eventualmente outra pessoa quisesse fazer sobre este assunto. É mais ou menos assim: sou individualmente contrário a isto ou aquilo, contudo não me oponho a que o Estado legalize. Ser contra a homossexualidade, aborto, sexo antes do casamento e etc nesses termos é de uma inutilidade absoluta. John Sttot disse: “Crer é também pensar”. Já Martin Luther King disse: “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”. São afirmações relevantes que necessitam serem entendidas em suas profundidades.

Entendo que o fundamento para essa posição reside numa confusão que precisa de esclarecimento urgente. Normalmente essa postura tem por base o pressuposto de que o Estado é laico. Isso significaria que, como entidade secular, o Estado não pode ter posições religiosas e nem fundamentar suas decisões em pressuposições desse tipo. Porém o Estado ser laico não significa nada disso, e jamais o princípio da laicidade deveria servir de cobertura para os cristãos esconderem suas convicções bíblicas diante da sociedade. Concordo que diante de uma sociedade secularizada defender pressuposições cristãs não é popular e muito menos confortável. Mas daí para se livrar do seu papel de sal, de transformador invocando assim o princípio da laicidade é uma covardia diante do nosso chamado.

O Estado é religiosamente neutro, ou seja, não pode favorecer uma religião. Contudo não devemos esquecer que: isso não implica em amordaçar a ética cristã, e segundo que suas leis do Estado refletem a ética de seu povo, da sociedade. E como nós povo cristão, fazemos parte do Estado brasileiro, por que não podemos influenciar na formação do Estado? Por que renunciaríamos ao direito de fermentar este bolo de acordo com os princípios que cremos?

Longe de defender um Estado teocrático. Apenas acredito que, como parte da nação (com direitos e deveres) queremos e devemos contribuir na formação do rosto social que se reflete nas leis do Estado em que vivemos. Renunciar e não defender publicamente nossas posições em detrimento de favorecer liberdades laicas é reduzir, se não até mesmo, apagar a relevância e o mandato cultural da Igreja deixada por Cristo.

Presb. Éber E. de Souza

Categories: Compartilhando

Leave a Reply


Vídeo

Acampamento Compartilhe

Publicado mai - 4 - 2016

0 Comentário

Copa Compartilhe

Publicado mai - 3 - 2016

0 Comentário

PGzão!

Publicado abr - 27 - 2016

0 Comentário

DiferenteMente

Publicado abr - 5 - 2016

0 Comentário

Acenda a Luz

Publicado fev - 19 - 2016

0 Comentário

#COMUNICADO

Publicado mar - 31 - 2015

0 Comentário

Jovens que revolucionaram

Publicado mai - 22 - 2012

0 Comentário

Recrutamento de voluntários

Publicado mar - 27 - 2012

0 Comentário

Novo endereço UMPg

Publicado abr - 19 - 2012

0 Comentário

Twitter @pcompartilhe

No public Twitter messages.

Parceiros

  • Acampamento 2016
  • Almanaque
  • espaço kids banner
  • ArtemSite - Agência Digital